Pelicano Cinzento Africano



Classe: Aves
Ordem:
Pelecaniformes
Família: Pelecanidae
Nome Científico:
Pelecanus rufescens
Longevidade: Cerca de 12 anos
Dimensões:
125-132cm Bico- 30-38cm
Alimentação: Basicamente peixe ( 900-1200g ) por dia.
Habitat: Muito variável. Prefere lagos de água dôce, barragens, rios e pequenas lagôas sazonais. Por vezes perto da costa, especialmente em baías e também em lagos de água salobra.
Distribuição Geográfica: África tropical e subtropical desde o Senegal e Etiópia até Natal. De Madagascar à Arábia.
Reprodução: Os Pelicanos Africanos fazem o ninho em árvores, perto de uma frente de água, mas também em ilhas arenosas, matas e até perto da civilização. Reproduzem-se durante todo o ano em colónias de 20 a 500 casais. O ninho é construído com pequenos paus, sendo uma estrutura simples. A postura é de 2 ovos e o período de incubação de 30 dias. A maturidade sexual é atingida aos 3-4 anos de idade.
Comportamento: A fêmea de Pelicano cinzento africano é relativamente mais pequena que o macho.
Os pares são monógamos apenas em cada estação, sendo independentes fora da época reprodutiva.
Geral: Os Pelicanos existem à 40 milhões de anos, segundo registos de fosseis. Os Pelicanos existem em todos os continentes excepto na Antártida. Uma forma que esta espécie de Pelicanos tem de limpar a bolsa do bico, é empurrá-la contra o peito, ficando o interior completamente exposto. Os Pelicanos têm um lugar importante na imaginação das pessoas devido à forma do seu bico com a bolsa. Na Europa medieval o Pelicano era tido como uma ave capaz de tudo pelas suas crias, ao ponto de dar o seu próprio sangue na falta de outro alimento. Como resultado, o Pelicano tornou-se símbolo do sacrifício. As árvores onde os Pelicanos se reproduzem, por vezes morrem devido ao uso consequente de nidificação por estes.
Estatuto de conservação e factores de ameaça: Não globalmente ameaçado, esta espécie é localmente abundante especialmente na zona Sub- Sahara. É difícil estimar a sua população devido às tendências pouco gregárias.

© Parque Zoológico de Lagos, 2003