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| Classe:
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Mamiferos |
Ordem:
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Primatas |
| Família: |
Cebidae |
Nome Científico:
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Saimiri
sciureus |
| Longevidade: |
Cerca
de 20 anos |
Dimensões:
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Comprimento
médio de 76 cm |
| Alimentação: |
Fruta,
folhas, insectos e aranhas, sementes, ovos de aves
e pequenas aves. |
| Habitat: |
Ocupam
diferentes tipos de florestas, mas o principal é
a floresta húmida tropical. |
| Distribuição
Geográfica: |
Nordeste
da América do Sul, Peru, Bolívia,
Paraguai e Brasil. |
| Reprodução: |
A
reprodução dos macacos-esquilo é
sazonal. O acasalamento ocorre entre Setembro e
Novembro e, os nascimentos têm lugar de Fevereiro
a Abril. O período de gestação
varia entre 152 e 172 dias. A época de reprodução
é curta e ocorre na estação
da chuva, provavelmente devido à abundância
de água e alimento. Os machos tornam-se maturos
aos 4 anos de idade e as fêmeas aos 2 anos
e meio. |
| Comportamento: |
Os
macacos-esquilo vivem em grupos que podem chegar
aos 300 indivíduos. São animais muito
ágeis; deslocam-se com grande facilidade
nos ramos das árvores, preferencialmente
nos níveis médios das florestas, embora
também possam ser encontrados em nas copas
mais altas ou no chão. As fêmeas são
dominantes nesta espécie. Não existem
disputas territoriais entre grupos, embora exista
a tendência de se evitarem mutuamente; contudo,
os grupos podem juntar-se, temporariamente, na procura
de alimento. São animais diurnos. |
| Geral: |
Estes
macacos do novo mundo têm um pêlo curto
e denso. A sua cauda não é preênsil
e, normalmente, durante o repouso enrola-se sobre
um dos ombros. Ambos os sexos possuem 36 dentes,
embora os caninos da maxila superior dos machos
sejam maiores do que os das fêmeas. São
os macacos mais pequenos da família Cebidae.
O peso dos machos varia entre 0,7 e 1,1 Kg e o das
fêmeas entre 0,5 e 0,75Kg. |
| Estatuto
de conservação e factores de ameaça: |
É
considerada uma espécie vulnerável.
Por serem facilmente mantidos em cativeiro são,
frequentemente, vendidos como animais de estimação.
A destruição directa do seu habitat,
a sua captura para o comércio ilegal ou para
investigação científica, podem
ser grandes ameaças à existência
desta espécie. |
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