Lemur Castanho de Fronte
Branca
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| Classe:
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Mamiferos |
Ordem:
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Primatas |
| Família: |
Lemuridae |
Nome Científico:
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Eulemur
fulvus albifrons |
| Longevidade: |
20
a 25 anos (estado selvagem) |
Dimensões:
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Corpo:
40 cm; cauda aprox. 50 cm
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| Alimentação: |
Frutos,
folhas e flores. |
| Habitat: |
Floresta
húmida tropical. |
| Distribuição
Geográfica: |
Somente
em Madagascar. |
| Reprodução: |
Atingem
a maturidade sexual entre o primeiro e o segundo
ano de idade. O acasalamento dá-se entre
Junho e Julho. O período de gestação
destes animais é aproximadamente de 120 dias.
Cada fêmea só tem uma cria por ano.
Nas primeiras 3 semanas de idade as crias agarram-se
apenas à barriga das suas mães começando
a alternar a sua posição para a zona
dorsal a partir destas semanas de idade. A partir
desta altura começam também a dar
os seus primeiros passos e seguidamente a procurar
e comer alimentos sólidos para além
do leite da mãe que só dispensam totalmente
por volta dos 4/6 meses. |
| Comportamento: |
Vivem
em grupos entre 3 a 12 elementos. A limpeza e higiene
do pêlo realizada pelos lémures a eles
próprios e uns aos outros é uma das
formas mais importantes de ligação
social nestes animais. É interessante referir
que usam um método único na forma
como o fazem usando os seus dentes inclinados como
um autêntico pente. A comunicação
entre a espécie é conseguida através
de sons vocais usados por exemplo para reunir, alertar
o grupo, e também pelo olfacto devido à
libertação de um cheiro a partir dumas
glândulas que possuem nos pulsos e que transmitem
dados que permitem aos animais localizar, reconhecer
e até saber o estado físico dos vários
indivíduos. Estes animais são arborícolas,
usam a cauda para manter equilíbrio quando
saltam de ramo em ramo. No solo movem-se usando
as 4 patas. |
| Geral: |
Geralmente,
esta subespécie é de cor castanho-escuro
sendo a zona de baixo um pouco mais clara. Os machos
têm a cabeça, orelhas e barba branca
ou creme.
Pesam cerca de 2,3 Kg.
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| Estatuto
de conservação e factores de ameaça: |
Estes
animais são muitas vezes caçados para
alimentação mas a sua principal ameaça
é a destruição do habitat resultante
do aumento de população humana em
Madagáscar. No caso específico deste
lémur, a destruição das florestas
onde vivem deve-se sobretudo ao corte e queima de
árvores para fazer campos agrícolas.
Felizmente, existem algumas áreas protegidas
em Madagáscar que permitem a sobrevivência
destes animais. Procriam em cativeiro já
existindo mais de 200 animais distribuídos
por mais de 40 zoos pelo mundo inteiro.
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