Codorniz-da-Virgínia
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| Classe:
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Aves |
Ordem:
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Galliformes |
| Família: |
Phasianidae |
Nome Científico:
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Colinus
virginianus |
| Longevidade: |
- |
Dimensões:
|
21-27
cm |
| Alimentação: |
Folhas,
sementes, bagas e insectos. |
| Habitat: |
Preferem fazendas abandonadas e campos, matas e
bosques abertos. |
| Distribuição
Geográfica: |
E.U.A
até Guatemala. Introduzida nas Antilhas. |
| Reprodução: |
A
época de reprodução é
entre Abril e Setembro, atingindo o seu pico nos
meses de Maio e Junho. O ninho é uma pequena
depressão no solo. A postura é de
12-16 ovos. A incubação é feita
pelos dois elementos do casal e dura cerca de 23-24
dias. As crias são alimentadas pelo casal
durante sete dias, altura a partir da qual os juvenis
estão aptos a encontrar o seu próprio
alimento. Embora mais independentes as crias mantêm-se
junto aos progenitores que, por sua vez, também
procuram juntar-se a outras famílias de codornizes
da mesma espécie. |
| Comportamento: |
As
codornizes-da-Virgínia são gregárias,
a maioria do ano, ocorrendo em bandos de 30 ou mais
indivíduos. Só desfazem o grupo na
altura da reprodução, juntando-se
aos pares. Esta espécie exibe quatro chamamentos
vocais a fim de iniciar ou dirigir comportamentos
de grupo. Uma chamada significa que foi localizada
comida, duas para chamamentos parentais, seis representam
uma chamada sexual e onze são um alerta à
aproximação de inimigos. |
| Geral: |
Os
machos e as fêmeas são praticamente
iguais, o macho tem marcas faciais mais intensas,
de cor branca, enquanto as da fêmea são
castanhas. |
| Estatuto
de conservação e factores de ameaça: |
Embora
não esteja ameaçada os efectivos desta
espécie têm sofrido algum impacto devido
à consolidação de algumas quintas
e destruição das plantações
que serviam de fronteira e vedação
entre as mesmas, local onde as perdizes encontravam
muito do seu alimento. Os Invernos severos que se
têm registado também têm sido
responsáveis pela diminuição
da população destas aves. |