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Arara Azul Amarela
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| Classe:
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Aves |
Ordem:
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Psittaciformes |
| Família: |
Psittacidae |
Nome Científico:
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Ara
ararauna |
| Longevidade: |
25
a 50 Anos |
Dimensões:
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90
cm |
| Alimentação: |
Frutos
suculentos, bagas, sementes e insectos. |
| Habitat: |
Savanas,
florestas tropicais, a baixa altitude (até
500 m) ao longo de cursos de água e pântanos
onde predominam palmeiras Maurítia. Evita
terreno montanhoso. |
| Distribuição
Geográfica: |
América
do sul em zonas como Este do Panamá, Bolívia,
Brasil, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa,
Suriname, Equador e Paraguai. |
| Reprodução: |
A
época de reprodução varia entre
Novembro e Maio consoante a região. Nidificam
em buracos de árvores, principalmente palmeiras
mortas. A postura é de 2-4 ovos, com intervalo
de 2 dias entre cada um, cujo período de
incubação, feito pela fêmea,
dura aproximadamente 27 dias. Ambos os progenitores
se encarregam de cuidar das crias, as quais só
deixam o ninho passados 90 dias após o seu
nascimento. |
| Comportamento: |
Costumam
ser observados bandos com cerca de 25 indivíduos
ou aos pares, conseguindo-se muitas das vezes distinguir
os casais com facilidade. Nas árvores que
lhes servem de dormitório podem ser observados
grupos de cerca de 100 indivíduos. Durante
os meses secos não abandonam as florestas,
no entanto, na época das chuvas percorrem
longas distâncias. Estas aves são muito
vocais, principalmente no período de acasalamento.
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| Geral: |
A
arara possui um bico muito poderoso, em forma de
gancho, que lhe permite abrir com facilidade cascas
mais duras. Esse bico é também um
apoio extra para trepar. Dois dedos das suas patas
estão orientados para a frente e dois para
trás traduzindo-se essa disposição
numa maior capacidade para apanhar e agarrar objectos.
Os dois sexos são de difícil distinção
a olho nu. Os juvenis são idênticos
aos progenitores, excepto a sua cauda mais curta.
São aves muito exuberantes, activas e curiosas.
Imitam muito bem a voz humana e podem aprender várias
palavras. |
| Estatuto
de conservação e factores de ameaça: |
Em
algumas zonas o número de exemplares está
a diminuir não só devido à
destruição do habitat mas também
devido à sua captura para serem vendidas
como mascotes. Alguns nativos sul-americanos capturam
exemplares desta espécie para utilizarem
as penas como adorno. |
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